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Discente: LUIZ FELLIPE ARANHA DE OLIVEIRA

Título: MAJORITY-VOTE MODEL ON GABRIEL GRAPH WITH VARIABLE DISORDER

Orientador: PROF. DR. ANDRÉ LUIS DA MOTA VILELA

Coorientador: PROF. DR. MARCONE ISIDORIO DE SENA JUNIOR

Examinador Externo: PROF. DR. ADAUTO JOSE FERREIRA DE SOUZA

Examinador Interno: PROF. DR. GABRIEL DIAS CARVALHO

Data: 04 DE MARÇO DE 2026

Horário: 10:00

Local: On-line

Resumo do projeto: 

Este estudo investiga como a desordem posicional em nós dos grafos de Gabriel afeta a dinâmica de opinião em sociedades com interações por proximidade geográfica. Conduzimos duas análises complementares: primeiramente, construímos grafos de Gabriel perturbados por uma variável de desordem s e comparamos sistematicamente o coeficiente de agrupamento e o comprimento médio dos caminhos com topologias clássicas e bastante estudadas, como a rede regular quadrada, os grafos aleatórios de Erdős–Rényi e as redes livre de escala de Barabási–Albert. A comparação evidencia três regimes distintos (i) s = 0, (ii) s ≈ 0 e (iii) s ≫ 0, e revela que, exceto no caso sem desordem (s = 0), os grafos de Gabriel combinam alto grau de agrupamento e comprimento médio de caminhos longo, características raramente existentes nos modelos de redes complexas clássicas. Em seguida, investigamos o modelo de voto da maioria com ruído nas redes de Gabriel, no qual o parâmetro q, ou temperatura social, define a probabilidade de um agente rejeitar a opinião da maioria. Utilizando teoria de escala finita e simulações de Monte Carlo, medimos a opinião média (magnetização), a sensibilidade social (susceptibilidade magnética) e o cumulante de Binder de quarta ordem. A opinião média exibe uma transição contínua entre consenso e dissenso com expoentes críticos que coincidem com os da classe de universalidade do modelo de Ising bidimensional. Os resultados oferecem uma contribuição original ao estudo de modelos sociais em redes espaciais, ainda pouco exploradas na literatura.

Palavras-chave: Sociofísica; Redes espaciais; Simulações Monte Carlo; Transições de fase; Fenômenos críticos.

Discente: MARIA GABRIELA CHAGAS DE OLIVEIRA

Título: OTIMIZAÇÃO DA PRODUÇÃO DE HIDROGÊNIO VERDE EM UM ELETROLISADOR ALCALINO

Orientador: PROF. DR. LUIS ARTURO GÓMEZ MALAGÓN

Examinador Externo: PROF. DR. MANOEL HENRIQUE DE OLIVEIRA PEDROSA FILHO

Examinador Interno: PROF. DR. DEIVSON CESAR SILVA SALES

Data: 27 DE FEVEREIRO DE 2026

Horário: 16:00

Local: Sala de Atos (CSEC)

Resumo do projeto: 

A produção de hidrogênio através da eletrólise alcalina da água é um possível caminho para a descarbonização do setor energético, oferecendo vantagens em termos de maturidade tecnológica e escalabilidade. Este estudo apresenta uma metodologia de otimização da produção anual de hidrogênio num eletrolisador alcalino alimentado por energia solar fotovoltaica. Para tal fim, o sistema de geração de hidrogênio formado por um painel fotovoltaico acoplado diretamente a um eletrolisador foram modelados usando a equação de circuito equivalente de diodo único, e um modelo eletroquímico dependente da temperatura, respectivamente. A curva I-V do painel fotovoltaico foi obtida a partir de dados experimentais do fabricante, enquanto a resposta elétrica do eletrolisador foi obtida a partir de uma abordagem experimental onde um protótipo de eletrolisador alcalino foi desenvolvido. Para este sistema, os parâmetros operacionais tais como temperatura, concentração do eletrólito e número de células eletrolíticas foram otimizados utilizando a técnica de otimização por Enxame de Partículas (Particle Swarm optimization - PSO), sob condições meteorológicas realistas utilizando dados de irradiância do PVGIS (Photovoltaic Geographical Information System), ao longo do ano de 2023, para a cidade de Recife-PE. Para o modelo proposto, os resultados demonstraram que a configuração ótima de 4 células eletrolisadoras operando a 80°C com uma concentração de hidróxido de sódio de 100g/L maximiza a produção anual de hidrogênio. Por outro lado, foi observado que aumentando a temperatura fazendo uso de um sistema externo de aquecimento, a produção de hidrogênio também aumenta. Este fator deve ser considerado do ponto de vista financeiro para que a operação se torne viável. Desta forma, o emprego de um sistema fotovoltaico adicional é sugerido para suprir o gasto energético no aquecimento externo, garantindo que a produção do hidrogênio permaneça sustentável e limpa.

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